Como vendedor, quero registrar um pedido com número, cliente, data de emissão, itens e valor total, para acompanhar a situação de cada venda.
Todo programador conhece esta história. O fim dela é que muda.
Role a página e acompanhe: do primeiro livro ao código à mão, da IA aos tokens que acabam, até o mapa que gera o código. Os números vêm de uma geração real do Mapper Idea.
1
Primeiro, o livro.
Todo mundo começa assim: lendo como se faz. Uma classe, um atributo, uma tabela, uma tela.
Dá trabalho, mas o que você aprende é seu. Guarde isso: no fim da história, esse saber volta.
Fica com você saber como se faz
2
Depois, a conversa com o negócio.
Chega a história de usuário. É ela que diz o que o sistema precisa ter.
Você sublinha os substantivos: pedido, número, cliente, itens, valor total, situação. É ali que mora o sistema.
Entregue o que o negócio precisa, por escrito
3
Então você escreve, à mão.
Para cada coisa do negócio: entidade, repositório, recurso REST, tabela, tipo do front-end, tela.
Quatro entidades viram 37 arquivos e 276 mil caracteres de código. Funciona, e você conhece cada linha.
Entregue 37 arquivos funcionando
4
“Só mais um campinho.”
O sistema está no ar e o negócio pede um desconto no pedido. Parece pouco.
Um campo não mora num lugar só. O valor total, que já existe, aparece em 10 dos 37 arquivos: 71 vezes, em 49 linhas. O desconto vai precisar do mesmo.
E cada campinho seguinte cobra tudo de novo: achar, editar e testar, nos dez arquivos.
Custo 10 arquivos e 49 linhas por campo
5
Aí você aprende IA.
Você descreve o que quer e ela escreve os 37 arquivos em minutos. O campinho? Ela faz também.
Você nunca entregou tão rápido.
Entregue o mesmo sistema, em minutos
6
Até a conta chegar.
Para mudar um campo, a IA precisa ler os dez arquivos onde ele aparece: cerca de 42,8 mil tokens, antes de escrever a primeira linha.
Cada campinho paga a leitura de novo. Os pedidos se acumulam, e o limite do plano chega antes do fim do trabalho.
E há outro custo: o código que a IA escreveu, você já não conhece como conhecia o que escreveu à mão.
Custo cerca de 43 mil tokens por campinho, e o domínio do próprio código
7
Então você descobre o Mapper Idea.
A história de usuário vira um mapa mental. Cada substantivo que você sublinhou vira um nó.
O mapa é texto simples, no formato .mi. O Pedido inteiro, com títulos em dois idiomas e as regras,
cabe em 4,6 mil caracteres: cerca de 1,2 mil tokens.
Entregue o negócio inteiro num mapa que você e a IA leem
8
Os geradores escrevem o código.
Todo programador tem um algoritmo na cabeça: se vejo isso no mapa, escrevo isso no código. O gerador grava esse algoritmo.
Olhe o mapa: Pedido é uma entidade. Se vejo uma entidade, escrevo CREATE TABLE PEDIDO (.
No gerador, o match é o “se vejo isso”, e o write-pattern é o “escrevo isso”.
Depois vêm os atributos. numero é Texto(20): o match do template de texto pega esse
nó, e o write-pattern escreve NUMERO VARCHAR(20) NOT NULL.
total é dinheiro: outro template, outra linha, NUMERIC(15,2).
cliente é uma relação: vira chave estrangeira para a tabela CLIENTE.
Os outros atributos passam pelo mesmo caminho, e um último write-pattern fecha a tabela.
O gerador é escrito uma vez, no mesmo formato do mapa, e fica: é o pensamento do arquiteto e do programador, documentado.
Fica gravado como a sua equipe pensa o código
O mi generate faz isso com todos os mapas e todos os geradores: 37 arquivos, sempre do mesmo jeito, sem esquecer nenhum.
E a tela sai pronta. Esta é a tela de cadastro de Pedido, gerada de verdade a partir do mapa.
Entregue 37 arquivos e as telas, sempre iguais ao mapa
9
O mesmo campinho, agora no mapa.
O desconto é um nó novo no mapa, ao lado do valor total. Um nó só.
Os geradores refazem os dez arquivos. Nenhuma linha escrita à mão, nenhum arquivo esquecido.
E a conta da IA muda: ela lê um mapa de 1,2 mil tokens em vez de 42,8 mil de código. E, para um campo do tamanho do total, escreve 96 tokens em vez de 511.
Custo 1 nó no mapa
10
À mão ou com IA: você escolhe.
No Freemapper você edita o mapa com o mouse, como fazia com o código.
Ou pede para a IA. Três agentes dividem o trabalho: o domain-mapper mexe no mapa, o generator-author escreve geradores e o cli-runner roda a geração.
E o código gerado é código comum. Você depende do Mapper Idea só para construir: o software pronto roda sem ele, sem nenhuma biblioteca proprietária, ao contrário do low-code.
Os mapas ficam com você e guardam até o porquê de cada parte do código. O saber do livro não se perde.
Soberania o software pronto é seu, sem amarras
11
E se a tecnologia mudar?
O mesmo mapa já sai em SQL…
…em TypeScript…
…em Java com Quarkus…
…e em HTML.
Trocar de tecnologia é escrever outro gerador. As regras do negócio estão no mapa, e o mapa fica.
E não é só cadastro. Com métodos e conceitos genéricos, as regras do negócio também vão para o mapa: aqui, o pedido só é confirmado se o total for maior que zero. Fica de fora só a infraestrutura de cada linguagem, que não compensa um gerador: essa você escreve ou pede à IA.
As boas ideias de negócio de décadas atrás continuam valendo; o que mudou foi a tecnologia. Com as regras no mapa, o negócio evolui sem depender dela.
Liberdade as regras evoluem sem depender da tecnologia
12
A conta, sem enfeite.
Os números são da geração real deste exemplo, com tokens estimados em 4 caracteres.
Escrever os geradores com a IA também gasta tokens: afinal, é uma forma de programar. Mas é uma vez só. Usar o
gerador não gasta nenhum, porque o mi generate não passa pela IA.
Com um pack pronto, esse custo se paga na primeira entidade; escritos do zero, a partir de umas 7 ou 8.
Comece pelo mapa.
Quer usar o Mapper Idea na sua equipe? Fale com a gente: respondemos com o passo a passo para você começar.
Fale conosco